A Chapada Diamantina reúne variados atrativos naturais e culturais, no coração do Estado da Bahia. Roteiro certo para quem busca paz e tranquilidade ou para quem está atrás de história e aventura.
A vasta Mata Atlântica, campos floridos e planícies de um verde sem fim dividem a paisagem com toques de caatinga e cerrado. Imensos paredões, desfiladeiros, cânions, grutas, cavernas, rios e cachoeiras completam o cenário de rara beleza da Chapada Diamantina. Inicialmente habitada pelos índios Maracás, a ocupação de fato da região remonta aos anos áureos da exploração de jazidas e minérios, a partir de 1710, quando foi encontrado ouro próximo ao Rio de Contas Pequeno, marcando o início da chegada dos bandeirantes e exploradores. Em 1844, a colonização é impulsionada pela descoberta de diamantes valiosos nos arredores do Rio Mucugê, e os comerciantes, colonos, jesuítas e estrangeiros se espalham pelas vilas, controladas e reguladas pela força da riqueza. A atividade agropecuária tomba diante da opulência do garimpo.
Reduto de belezas naturais, a Chapada abarca uma diversidade grande de fauna e flora. São mais de 50 tipos de orquídeas, bromélias e trepadeiras, além de espécies animais raras, como o tamanduá-bandeira, tatu-canastra, porco-espinho, gatos selvagens, capivaras e inúmeros tipos de pássaros e cobras. O Parque Nacional da Chapada Diamantina, criado na década de 80 do séc. XX, atua como órgão protetor de toda essa exuberância.
Fonte: Bahia.com.br
06- Ilha bela/ São Paulo
Distribuídas por 130 km de costa, as 42 praias de Ilhabela atraem mais de 400 mil pessoas no verão. Com 83% de área preservada por um parque estadual e muitas cachoeiras, o destino também é perfeito para caminhadas e banhos em meio à Mata Atlântica. Marcado por histórias e lendas de piratas, o mar que cerca o arquipélago é pontilhado por naufrágios, boa parte disponível para mergulhos. E o canal formado entre a ilha e o continente tem os ótimos ventos que originaram o apelido de "Capital Nacional da Vela” para a cidade. No mês de julho, velejadores de todo o mundo colorem a região na tradicional competição da modalidade, a Semana Internacional de Vela. Mas Ilhabela não é só aventura. A badalaçãoestá nos clubes de praia, repletos ao entardecer, nas praias do Curral e Saco da Capela e nos bares da Vila, à noite. Vale lembrar, apenas, que os preços na ilha são tão salgados quanto o mar que faz sua fama.
UM DIA PERFEITO
Faça o passeio Terra e Mar, que dura o dia todo e te leva para conhecer uma das praias mais bonitas da ilha, a de Castelhanos, com uma parada para mergulho na Praia da Fome. Aproveite a chegada no Perequê para provar as caipirinhas e os sucos naturais do Fina Fruta no Espaço Ardenthia. À noite, aposte nas criativas receitas de inspiração tailandesa do estrelado Marakuthai, com mesas na areia da praia ao lado do Yacht Club. Para fechar o dia, curta o vaivém de turistas no Bar SP, que monta mesas na calçada e serve três variedades da cerveja Baden Baden.
O GUIA RECOMENDA
Três dias - Faça um passeio de flexboat para conhecer a Praia Do Bonete, que divide com Castelhanos o título de mais bonita da ilha. O jantar pode ser no italiano Portinho. Do outro lado da rua, a poucos metros, está o Me Gusta Ceviche e Pisco, onde a juventude descolada toma drinques à base de pisco, em ambiente rústico com clima de paquera. No dia seguinte, faça o Trekking até o Pico do Baepi. A subida é longa e exige certo preparo físico, mas lá do alto a vista alcança o Canal de São Sebastião e as praias de Caraguatatuba e Ubatuba. Termine o dia com o hambúrguer de picanha do Borrachudo. Faça o Mergulho Livre na Praia das Pedras Miúdas e na Ilha das Cabras, onde você nada em meio aos peixinhos.
COMO CHEGAR
A partir de São Paulo, siga pelo corredor formado pelas rodovias Ayrton Senna (SP-070) e Carvalho Pinto até o acesso para a Rodovia dos Tamoios (SP-099), que cruza a Serra do Mar e termina em Caraguatatuba. Vire à direita para São Sebastião e siga até o Centro, onde placas indicam a balsa (que funciona de segunda a sexta-feira, R$ 15 e sábado e domingo, R$ 22,50 – pagamento só na ida). Para evitar filas na alta temporada e nos feriados, é possível agendar a travessia no site, mas o preço sobe (de segunda a sexta, por R$ 51,70 ida, R$ 36,70 volta; sábado e domingo, por R$ 77,60 ida, R$ 55 volta). É preciso pagar uma taxa de preservação ambiental de R$ 6,50 por carro (pagamento no embarque da balsa na volta). Ônibus da Viação Pássaro Marron partem do Terminal Rodoviário do Tietê até o Centro de São Sebastião (mais informações pelo telefone (11) 3775-3861, R$ 54,30, oito saídas diárias entre 6h e 21h30). São três horas e meia de viagem pela Tamoios, e mais 20 minutos de caminhada até a balsa (gratuita para pedestres).
COMO CIRCULAR
Uma única via (que ganha nomes diferentes a cada trecho) com 29 km de pista simples contorna o lado da ilha virado para o Canal de São Sebastião, de ponta a ponta. Nessa face fica toda a estrutura de hotéis e restaurantes. A balsa aporta em Barra Velha. Ao sul (pegue a primeira saída à direita na rotatória) estão as badaladas praias do Curral e da Feiticeira, bem como as movimentadas Grande e do Julião. Siga na direção norte para chegar ao Perequê, praia com boa estrutura de comércio e serviços, e à charmosa Vila (o centrinho de Ilhabela). As melhores praias ficam em mar aberto, no lado mais isolado e selvagem da ilha, com acessos difíceis. Para chegar ao Bonete é preciso encarar uma trilha de cinco horas a partir da Ponta de Sepituba, ou pegar os barcos que partem da Praia Perequê (em frente ao restaurante Max Paladar, uma hora de viagem), ou ainda contratar os serviços das agências de turismo. Uma via de terra precária, acessível para veículos 4x4, cruza a ilha até Castelhanos – as agências vendem passeios de jipe. Para o verão de 2015, a prefeitura estabeleceu um limite de veículos nessa estrada – agende o passeio com antecedência nas agências e chegue cedo se for em veículo próprio.
ONDE FICAR
A maioria das hospedagens está a poucos passos – ou a poucos minutos de caminhada – da praia. Ao sul, elas têm maior contato com a natureza; ao norte, mais proximidade com o comércio e serviços. Em 2014, a ilha ganhou duas confortáveis e elegantes novidades: o pé na areia TW Guaimbê Exclusive Suítes, no Julião, e o Kalango Boutique Hotel, colado em um bosque no bairro Cocaia.
ONDE COMER
A cena gastronômica se concentra no trecho mais movimentado da ilha, que fica entre as praias do Perequê e Santa Tereza. Nesta, você encontra o contemporâneo Marakuthai, da chef Renata Vanzetto, único estrelado de Ilhabela. No extremo sul, os restaurantes All Mirante e Nova Iorqui descortinam as vistas panorâmicas mais deslumbrantes da região. A lista do GUIA BRASIL 2015 traz duas novidades: as massas e pizzas do Casa Vielas, localizado no bairro Bexiga, e as refeições econômicas do Pimenta de Cheiro, no Perequê.
SABORES
O casal de paulistanos Flavio e Renata Viellas gostava de cozinhar para os amigos. Em 2013, eles decidiram sair da capital e abrir o restaurante italiano Casa Vielas. Flavio prepara as massas e pizzas, e Renata atende os clientes como se fossem seus convidados.
É TUDO VERDADE
A “Capital Nacional da Vela” dá oportunidade para iniciantes: a escola BL3 oferece aulas aos novatos. Depois de adquirir um pouco de traquejo, dá para se juntar a uma tripulação e até participar de uma regata da Semana Internacional de Vela.
LENDA URBANA
Nos passeios de escuna pela costa da ilha, não leve tão a sério se os guias apontarem muitas casas de celebridades no caminho. A prática é recorrente, principalmente para saciar a fom de glamour dos turistas. Preste atenção nos relatos sobre a história da ilha.
QUANDO IR
A ilha lota em janeiro e nos feriados prolongados do verão, quando o trânsito piora e há longas filas para a balsa. A Semana Internacional de Vela movimenta os arredores da Vila em julho. No resto do ano, as tarifas costumam cair pela metade.
Fonte: Guia 4 rodas

Um dos passeios mais bonitos do Sergipe é o de escuna ou catamarã pelo rio São Francisco. O ponto de partida é a cidade de Canindé, a 200 quilômetros de Aracaju. Depois de meia hora de navegação, chega-se ao imponente cânion do Xingó, com direito a mergulho nas águas verdes e cristalinas do Velho Chico. Barquinhos levam ao miolo dos cânions, onde as embarcações de maior porte não conseguem entrar!
Da capital a Canindé são cerca de três horas de viagem. A melhor opção é pernoitar na cidade e, no dia seguinte, conhecer o município de Piranhas, onde Lampião e sua turma de cangaceiros costumavam montar acampamento.
08-Bonito
Bonito, a 300 km de Campo Grande (e com vôos via Campinas, pela Azul, desde 2013), é o destino mais organizado do Brasil. Na maioria dos casos, não é possível comprar o ingresso na porta do atrativo. Os passeios precisam ser reservados (com hora marcada) por intermédio de agências locais; quando você faz uma reserva de hospedagem, seu hotel ou pousada já encaminha você a uma agência. Como há limitação de número de visitantes, as vagas para os mais concorridos esgotam logo.
Mas calma -- tem passeio pra todo mundo. Muitos passeios são redundantes. Dá para dividir o cardápio em quatro ou cinco gêneros.
Para ter uma experiência completa do destino, escolha um de cada gênero, faça uma segunda flutuação (afinal, o diferencial de Bonito são os rios cristalinos) e, se ainda sobrar tempo, relaxe nos balneários (ou faça mais passeios no seu gênero preferido).
Os valores dos passeios são tabelados (custam o mesmo em todas as agências) e não incluem transporte até o atrativo; as agências oferecem transporte compartilhado entre R$ 30 e R$ 45 por pessoa. Eu estava de carro alugado (um 1.0 comum) e não tive problemas com as estradas de terra. Para valores sempre atualizados, clique nesta página da Associação dos Atrativos de Bonito.
1 | Grutas

Gruta do Lago Azul
Aqui não há muita escolha a fazer. A imperdível Gruta do Lago Azul (R$ 45 a R$ 60) normalmente é visitada em conjunto com as Grutas de São Miguel (R$ 45) -- que não têm água azulzinha, mas possuem estalagmites e estalactites impressionantes. É um passeio de meio dia, feito de manhã, quando é melhor a incidência de sol na Gruta do Lago Azul. Com chuva, a visitação é interrompida.
2 | Flutuações


Rio da Prata
Este é o gênero de passeio que pôs Bonito no mapa. Você veste uma roupa de neoprene, encaixa o snorkel e fica boiando na superfície de rios de águas transparentes, observando piraputangas, pacus e dourados.
A nascente repleta de vegetação do Aquário Natural (R$ 170 a R$ 190) é a melhor introdução ao esporte oficial de Bonito (e inclui uma tirolesa de saideira).
Programe um repique no concorridíssimo Rio da Prata (R$ 184 a R$ 218), a 50 km, em Jardim.
Se não houver mais vaga, faça o Rio Sucuri (R$ 156 a R$ 182), a Barra do Rio Sucuri (R$ 99 a R$ 120), a Nascente Azul (R$ 172 a R$ 204) ou o Rio Formoso (R$ 85 a R$ 90).
Tanto o Rio Sucuri quanto a Barra do Rio Sucuri aceitam crianças, porque dispõem de botes que acompanham todo o percurso (e onde a criança pode ir, acompanhada do pai ou da mãe, que podem ficar se revezando na água).
O passeio ao Rio da Prata é combinável com a visita ao Buraco das Araras, que fica pertinho. O melhor horário para ver as araras é o entardecer (mas eu não recomendo voltar dirigindo no escuro).
3 | Cachoeiras


Buraco do Macaco | Estância Mimosa
O circuito Boca da Onça leva à cachoeira mais alta do Estado (a Boca da Onça) -- e também à mais gostosa de Bonito, o Buraco do Macaco (R$ 195 a R$ 217 adulto, com almoço; R$175 a R$ 194 criança).
A Estância Mimosa (R$ 129 a R$ 145 adulto com almoço, R$ 113 a R$ 127 criança) e o Parque das Cachoeiras (R$ 124 a R$ 140 adulto com almoço, R$ 100 a R$ 110 criança) compartilham cachoeiras entre si.
A Cachoeira do Rio do Peixe (R$ 178 a R$ 195 ) é a mais próxima do centro. As da fazenda Ceita-Corê (R$ 145 a R$ 1165 adulto com almoço, R$ 94 a R$ 103 criança) incluem cavalgada.
4 | Mergulho de cilindro
O Abismo Anhumas combina mergulho com rapel numa caverna inundada (R$ 891) e é tido como a atração ultra-mega-blaster do local. É preciso ter certificado de mergulho (dá também para fazer a flutuação com snorkel (R$ 633), mas... né?
O outro grande point de mergulho é a Lagoa Misteriosa, em Jardim, que também tem grande profundidade e só fica aberta nos meses do meio do ano (R$ 310).
Também dá para mergulhar em vários pontos do rio Formoso, como o Hotel Cabanas.
5 | Bóia-cross, arvorismo, bote, balnéarios

Bóia-Cross do Hotel Cabanas
Dá para brincar de Brotas em Bonito, com o bóia-cross (R$ 60) ou o arvorismo (R$ 85 a R$ 100) do Hotel Cabanas, e o passeio de bote do Rio Formoso (R$ 99).
Para levar as crianças para ver peixinhos sem precisar fazer flutuação, o programa são as prainhas dos balneários Municipal (R$ 25 a R$ 30), da Figueira (R$ 40) e do Sol (R$ 40).
Quantos dias em Bonito?
Com quatro dias inteiros (sem contar chegada e saída) dá para ter um gosto completo do destino. Com mais do que isso, dá para repetir gêneros (ou considerar um bate-volta à Fazenda São Francisco, que já fica em área do Pantanal).
Se você vai passar um feriadão, escolha uma flutuação e um passeio de cachoeiras. No dia da saída, dá ainda para fazer as grutas de manhã.
09- Inhotim
"O melhor passeio que você ainda não fez": foi assim que eu defini Inhotim na minha primeira visita, há alguns anos. De lá pra cá, porém, Inhotim deixou de ser um mero passeio, para se tornar um destino em si.
Com o crescimento do parque e a impossibilidade de ver tudo numa visita só, viajar a Inhotim agora envolve a tomada de mais decisões. Quantos dias visitar? Onde ficar -- em Belo Horizonte ou nos arredores do instituto? Qual é o melhor roteiro para dar conta das galerias mais importantes? Aposto que, da última vez que você precisou planejar tanto a visita a um parque, você estava na Flórida 
Vai por mim: a melhor estratégia é ir com muito tempo (dois dias, se você for um leigo em arte como eu) e pouco roteiro. Quanto menor for o seu conhecimento prévio das obras e galerias, maior será a sua surpresa e o seu encantamento. (Há boas descrições do background de cada obra e artista, além de monitores a postos para dar todas as explicações que você possa querer.) E quando você não está focado apenas em ir atrás do artista X ou da galeria Y, você percebe melhor o que há no caminho -- um jardim botânico que já valeria a visita mesmo sem toda essa arte.
Ainda estou para encontrar alguém que se diga decepcionado com Inhotim. Todo mundo vai com expectativas altíssimas e volta deslumbrado. Inhotim se comunica tanto com o connaisseur de arte contemporânea quanto com o mais por-fora dos leigos (presente!). Você sai do parque com apenas uma dúvida: eu estava mesmo no Brasil?
Fonte:Viaje na viajem
10- Brasília
Desligue-se do noticiário. Releve qualquer birra que você possa ter com políticos ou instituições. Não verás cidade nenhuma como esta.
Brasília chega aos 50 (e poucos) anos como a cidade histórica mais bem preservada do Brasil. Sim, histórica: o Plano Piloto está congelado em 1960. Mesmo com retrofits feiosos em alguns blocos, o caráter le-corbusiano do projeto de Lúcio Costa não foi desfigurado.
O Eixo Monumental funciona como o melhor portfólio de Oscar Niemeyer, de quando o arquiteto ainda acreditava na convivência pacífica entre curvas e ângulos retos. (Os clássicos ficam ainda mais belos perante as obras recentes, pouco inspiradas, como a Biblioteca Nacional e a Torre de TV Digital.)
Um fim de semana: é tudo o que você precisa para se orgulhar da sua capital.
Quando ir
Chove muito pouco entre maio e setembro (quase nada de junho a agosto). É a melhor época para constatar ao vivo o verso de Fernando Brant: “Nada existe como azul sem manchas do céu do Planalto Central”.
A cidade é mais verde e bonita em maio e junho. Os dias ensolarados, porém, também a baixíssima umidade. Quanto mais tarde na estação seca, mais seco estará o ar.
No início de setembro, no auge da secura, acontece o espetáculo (fugaz) dos ipês amarelos floridos. Mas logo em seguida a cidade começa a sofrer os efeitos das queimadas do cerrado. Evite.
O único feriado em que a cidade lota é o 7 de Setembro, com os convidados oficiais. Nos outros, a capital federal sempre é uma bela alternativa, com a vantagem de voar no contrafluxo.
Como chegar
A capital federal é ligada por vôos diretos a quase todas as capitais estaduais. (Só Boa Vista e Macapá que não.)
Fonte: viaje na viaje
11- Foz do Iguaçu
Por onde você tem andado esse tempo todo, que ainda não foi ver as cataratas mais bonitas do planeta? Não, não se trata de ufanismo da minha parte: para ter a experiência completa, você vai ter que atravessar a fronteira e se deslumbrar com o lado argentino também.
É incrível que tantos brasileiros desdenhem Iguaçu – ou que precisem de outras desculpas (muambagem no Paraguai, cassino na Argentina, Itaipu) para marcar sua viagem.
Não é só a beleza da paisagem que vai surpreender você: Foz está muitíssimo bem estruturada para receber seus visitantes. Do lado brasileiro, o parque é um exemplo de organização — e acabou se tornando uma espécie de pólo de ecoturismo light (não é preciso ser jovem nem estar em forma para aproveitar). O parque argentino é mais roots e requer mais atividade física, mas entrega mais água e mais selva para quem se aventurar.
Quando ir
A primavera e o verão são chuvosos – a vazão de água das cataratas aumenta. O outono e o inverno são mais secos – conseqüentemente, vê-se menos água jorrando.
Já fui a Iguaçu no estio e na época de chuvas, e adorei as duas vezes. Na seca, algumas quedas tinham desaparecido, mas a queda principal me pareceu mais bonita. Na época de vazão caudalosa, me encantei com o volume e a força das águas, mas a Garganta do Diabo estava permanentemente coberta por uma nuvem de spray.
Conclusão: não há melhor época para ir. Meu conselho – vá mais de uma vez, em épocas diferentes, para ver as cataratas do Iguaçu em todas as versões oferecidas no menu.
Como chegar
Há vôos diretos de São Paulo (Guarulhos e Congonhas), Rio (Galeão), Curitiba e Porto Alegre. Vindo de outras cidades você faz conexão em Guarulhos ou Curitiba.
A TAM também voa a Ciudad del Este, no Paraguai, desde São Paulo e Assunção. De Puerto Iguazú, na Argentina, a Aerolíneas voa a Buenos Aires.
De ônibus são 9h desde Curitiba e 18h desde São Paulo. De Buenos Aires a Puerto Iguazu o ônibus leva 18h. Querendo ir de carro, são 1.065 km desde São Paulo, e 660 km desde Curitiba.
Fonte: Celso Freire ( o melhor blog de viagem que conheço)
Espero que tenham gostado dos meus lugares preferidos do nosso amado Brasil!
Anne Fortes