segunda-feira, 28 de março de 2016

O que é luxo para você?


De acordo com o psicanalista Jorge Forbes, luxo pode ser definido como algo além da necessidade que não é por isso menos fundamental. Segundo ele, o que se percebe atualmente é a atração pelo luxo dos sentidos, do prazer e da sensibilidade sentido na intimidade por cada indivíduo e não o luxo exterior, da exibição e da opulência que visa simplesmente demonstrar status.


Recentemente estive em 3 palestras cujo tema era o luxo, e isso me fez refletir sobre essa palavra que tem tantos significados, afinal para cada pessoa ela se apresenta de uma forma: viajar,comprar o carro dos sonhos, escalar as maiores montanhas da terra, ou então  passar o final de semana com a família, chegar cedo em casa cedo e ter tempo de ir à academia, ter uma casa capa de revista, ser um colecionador de: bolsas, sapatos, lenços, chapéus, relógios, livros, LPs, carros antigos, obras de arte,  são tantos luxos... 


Mas certamente para mim o maior luxo é o tempo, tempo que dispomos para nossos amigos, namorado, família, clientes, para nós, para nossa espiritualidade... Então qual é o seu luxo? 

Um beijo a todos e bons pensamentos!!! 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

11 imagens que farão você amar o cimento queimado!

Ele está sendo meu queridinho,eu o vejo como sofisticado e despojado aliando bom gosto e um preço bacana, recomendo o uso em quase todas as áreas secas da casa, banheiros e área externa prefiro o uso de outro revestimento.

O cimento queimado nada mais é do que um piso feito a partir de uma argamassa feita na obra com a mistura de cimento, areia e água. Essa argamassa deve ser aplicada com uma espessura média de 30 mm sobre o contrapiso ou sobre um lastro de concreto áspero. Caso a base esteja muito lisa, sugere-se que seja feito um chapisco para aumentar a aderência do cimento queimado. Após a aplicação da argamassa, devemos conseguir o máximo nivelamento do piso, preferencialmente com régua metálica.

Queimar o cimento não tem nenhuma relação com fogo ou maçaricos. Este é o nome dado ao processo de jogar pó de cimento sobre o piso de argamassa de cimento e areia ainda mole e úmida; então, a superfície deve ser desempenada com uma desempenadeira de aço, espalhando o pó de cimento sobre a argamassa e deixando o conjunto bem liso. Após a secagem está pronto o cimento queimado, com um aspecto bem liso e nivelado. Claro que você deve procurar uma empresa especializada, muitos pedreiros até dizem que sabem fazer, mas dai isso ser uma verdade é outros 500... 

Eu particularmente adoro usar ele com rodapés altos e uma super iluminação, separei algumas imagens que encontrei na rede:

A cozinha ficou com ar fabril com o usa exagerado do material! Adoro certos exageros. 


Lavabo usado na parede e no piso, a escolha do ladrilho ficou excelente na composição.

Home theater limpo e sofisticado 

Na parede como ficou fantástico com o amarelo. 

Quarto no estilo barraco, repare como fica lindo com a madeira. 

O pé direto duplo dessa sala só contribuiu nesse projeto! 

Cores sempre me fazem feliz! A iluminação está arrasando também! 

Rodape alto e boa iluminação deixou esse pequeno lavabo aconchegante e clean.

O uso da madeira com o cimento e sempre sucesso garantido! 

Tijolos e mesa de demolição, lustres com uma pegada um pouco mais clássica e detalhes em pretos! 

Perfeito para um apto masculino! 

Abraços 
Anne Fortes 



segunda-feira, 3 de agosto de 2015

11 lugares no Brasil para quem curti a natureza!

Preciso dizer que essa lista não obedece nenhuma ordem, apenas selecionei de acordo com minhas lembranças...

01- Aparados da Serra

No Sul do Brasil, Rio Grande do Sul e Santa Catarina compartilham uma fronteira com atrações singulares: estão lá o maior conjunto de cânions do relevo brasileiro e também as temperaturas mais baixas do país tropical. Em Cambará do Sul, a 180 km de Porto Alegre, é comum fazer frio próximo de 0ºC ainda no outono, em maio e junho. O inverno não desaponta quem gosta de ficar tremendo ao ar livre, vendo a paisagem coberta do branco da geada. As caminhadas nas trilhas dos cânions aquecem o corpo tanto quanto o chimarrão, a bebida quente que os sulistas sorvem com cuia e bomba.

Dois parques nacionais administrados pelo Instituto Chico Mendes concentram os principais pontos visitados. No Parque Nacional de Aparados da Serra está o cânion de Itaimbezinho, cujos paredões chegam a 720 metros de altura. Rochas cheias de fendas, aliás: em tupi-guarani, “ita” significa pedra e “aimbé”, cortante. Lá as duas trilhas são fáceis, para qualquer idade ou preparo físico.

No Parque Nacional da Serra Geral, os contornos ondulantes do cânion da Fortaleza deslumbram os turistas com ânimo para uma subida íngreme. A beleza compensa. São vales profundos, como se fossem montanhas com a garganta aberta, numa extensão gigante de 9,5 km. Como em Itaimbezinho, a mata verde se agarra às rochas e as araucárias parecem se equilibrar na beira dos precipícios. Majestosa na vida adulta, com 30 metros de altura, a araucária ou pinheiro-do-Paraná é um dos símbolos da Região Sul.

Para a aventura na terra dos cânions, o conforto se encontra em hotéis e pousadas com lareira e outros mimos como lençóis térmicos e banheiras de hidromassagem. As cidades da região têm desde opções para mochileiros até hospedagens de luxo. No lado catarinense, pousadas de Praia Grande oferecem o privilégio da visão das montanhas já nos quartos, jardins e varandas.

Em Cambará do Sul, com o apoio das agências de receptivo, os visitantes podem optar por atividades radicais ou de lazer. A trilha do rio do Boi dura o dia inteiro, são cerca de 10 km entre as pedras, assim como são necessárias manhã e tarde para as caminhadas que levam aos cânions Churriado e Malacara. Atividades mais tranquilas incluem as cavalgadas pelas coxilhas das propriedades rurais e ainda o “circuito das águas”, recantos de beleza intensa, como o Lajeado das Margaridas e as cachoeiras do Tio França e dos Venâncios.

Fonte: Viagem uol



02- Jalapão 

Pouco conhecido e selvagem, o Parque Estadual do Jalapão é afastado e de difícil acesso. Apesar do isolamento e do clima de deserto, a região está entre as mais bonitas do país graças à vida e às cores que emanam da natureza. No meio do cerrado correm lobos-guarás e veados-mateiros, enquanto longínquas estradas de muita terra levam a verdadeiros oásis cercados por cachoeiras, poços de águas verde-esmeralda, dunas gigantescas...  

Cachoeira do Formiga: Cores e cenários alucinantes!<br>
Cachoeira do Formiga: Cores e cenários alucinantes!

A incomunicabilidade - celulares não pegam e não há orelhões -, reforça o contato total e exclusivo com natureza e seus encantos. A infraestrutura para explorar cada recanto, porém, existe. Por conta das grandes distâncias e das poucas opções de hospedagem e alimentação, diversas agências de viagens oferecem roteiros para conhecer o Jalapão - e contratar uma é a maneira mais indicada para encarar a "expedição". 

Os serviços costumam incluir traslado em veículos 4x4 a partir de Palmas - a quase 200 quilômetros de Ponte Alta do Tocantins, considerada a porta de entrada do parque e acessível por estrada asfaltada - além de passeios rumo aos principais atrativos, como a cachoeira da Velha, o Fervedouro, as Dunas e o Mirante, todos distantes entre si e próximos do município de Mateiros. Os pacotes também incluem pernoites em acampamentos com direito a banho quente e refeições. 

Calor, sacolejo e cansaço andam de mãos dadas na região. A trinca, porém, perde força quando o visitante aprecia o pôr do sol do alto dos montes de areia alaranjada, mergulha nas águas cristalinas das quedas d'água e das prainhas ou curte um rafting no Rio Novo. Quem não abre mão de fazer compras, mesmo estando em um lugar como o Jalapão, encontra uma agradável surpresa: o artesanato em capim dourado, produzido na comunidade quilombola de Mumbuca.
Fonte: Férias Brasil 




03- Alter do Chão/ Santarém 
Não foi por acaso que Alter do Chão ganhou o apelido de Caribe Amazônico. A praia, que só aparece no período de vazante do rio Tapajós - entre os meses de agosto e janeiro - tem água doce azul-turquesa e areias branquinhas. Os barquinhos de madeira e as barracas cobertas de sapê conferem à paisagem a rusticidade típica do Norte do país.   

Pôr do sol: Nas águas do rio Tapajós....lindo!!!<br>
Pôr do sol: Nas águas do rio Tapajós....lindo!!!
Foto: Rose

Balneário surge quando as águas do rio Tapajós baixam


Em plena selva, Alter é uma aldeia de pescadores a 35 quilômetros de Santarém, a segunda maior cidade paraense, que se transforma em um concorrido balneário quando as águas do rio baixam e deixam o cenário paradisíaco à vista. Encantadora, a praia tornou-se parada obrigatóriados cruzeiros que navegam pela bacia do rio Amazonas. 

Durante o dia, o programa é relaxar e apreciar as delícias da culinária local, à base de peixes - experimente o bolinho de piracuí - e frutas da região, como o açaí. Ao entardecer, a dica é embarcar nas canoas dos nativos e atravessar o Tapajós em busca do melhor ângulo para apreciar o pôr do sol

E se for mês de setembro, a noite segue no ritmo da Festa do Sairé, que mistura elementos religiosos e profanos. Colorido e alegre, o evento durauma semana de pura música, dança, competição, ladainha e procissão.
Fonte: Férias Brasil 


04- Morro de São Paulo/ Bahia 

Quando falamos que o Brasil é o país da diversidade, Morro de Sao Paulo é uma das melhores maneiras de exemplificar essa característica. Essa ilha do Atlântico não atrai só por ter praias bonitas e piscinas naturais com água transparentes. Morro é a ilha dos opostos
Forte de Morro de Sao Paulo
, sejam eles o festeiro que mal vê a luz do dia ou o aventureiro que procura uma praia deserta cheia de coqueiros. Todos podem se maravilhar com Morro de São Paulo, não importa se vêm de mochila nas costas ou com um pacote cinco estrelas de um resort de luxo. Morro é a cara do Brasil, mesmo que o brasileiro seja apenas um dos visitantes
Fortaleza de Morro de Sao Paulo
. A ilha já caiu no gosto do mundo, e hoje, caminhando pelas ruelas estreiras - e sem carros - pode-se ouvir os mais diferentes sotaques de espanhol, inglês, hebraico, alemão, finlandês, japonês, português, baianês, não importa. Todo mundo tem seu espaço.

Para explicar como é Morro de São Paulo
Vila de Morro de Sao Paulo
, precisamos começar pela chegada na ilha. Têm só três lugares para entrar: duas pistas de pouso de taxi-aéreo e o que á mais comum, o porto. Já se engana quem pensa que porto é aquele lugar cheio de navios e guindastes... tudo não passa de um trapiche, que só passou ao nome de porto por que agora é de concreto e tem um toldinho de lona
Noite de Morro de Sao Paulo
. Saindo do porto você já se depara com um monumento de mais de trezentos anos, o Portaló. Esse pórtico faz parte do Forte de Morro de São Paulo, construído para conter as invasões holandesas, lá no século XVII. Alguém ainda se lembra dessa parte da aula de história? Bom
Pôr-do-sol em Morro de Sao Paulo
, em Morro é bom lembrar... a vila é quase tão antiga quanto o próprio Brasil. Fundada em 1535, já teve importância estratégica, principalmente nos primeiros séculos da colonização. Não que tenha perdido importância depois: só para citar mais um fato histórico
Vista aérea de Morro de Sao Paulo
, foi em frente a ilha que submarinos alemães torpedearam navios mercantes brasileiros, fazendo o Brasil entrar na Segunda Guerra Mundial.

Continuando o caminho ladeira acima - é, pra sair do porto e do Forte tem que subir uma ladeira (ainda bem que é a única) - chega-se na Igreja Nossa Senhora da Luz. Dizem que foi ela - a Nossa Senhora - que fêz os holandeses acreditarem que havia uma grande esquadra portuguesa na ilha e desistirem de atacar a vila
Segunda Praia de Morro de Sao Paulo
. Pronto, já chegamos na praça Aureliano Lima, a pracinha central. Aqui, de noite, tem uma feirinha de artesanato e o Foom - o argentino mais brasileiro de que se tem notícia - tocando música popular brasileira.

Impossível se perder. Só tem uma rua. É só seguir o fluxo e ir desviando dos carrinhos de mão que servem para tudo: para carregar suas malas
O Casarão de Morro de Sao Paulo
, as compras do mercado, as crianças, ou numa eventualidade, até quem machucou o pé e não pode caminhar. Carro? Nem pensar. Até existem alguns na ilha, mas nenhum entra no vilarejo. O único veículo motorizado que anda nas ruelas - e só de manhã cedinho - é um trator que recolhe o lixo
Farol do Morro
.

Opa, outra ladeira... bom eu disse que a do porto era última... sim, de subir. Essa agora é pra descer. Descer para a Primeira Praia. Sim, e a vila, já acabou? É, pode-se dizer que sim. Daqui em diante até é bem urbanizado ainda, mas o "centro" já acabou.

Dicas imperdíveis de Morro de São Paulo

Prainha do Forte de Morro de Sao Paulo

Prainha do Forte: Além das praias mais conhecidas Morro de São Paulo guarda outras preciosidades como a Prainha do Forte, que fica no final das ruínas da Fortaleza e aparece na maré baixa. Frequentada mais pelos moradores é um lugar sossegado e perfeito para relaxar dentro das piscinas naturais.


Morro de Sao Paulo

Andar de caiaque: Alugue um caiaque e se aventure pelas águas da Terceira Praia, próximo a Ilha do Caitá e se quiser ou tiver fôlego siga até a Primeira e Segunda Praia. Com o mar calmo, além de um exercício, é ótimo para conferir a paisagem. 


Mergulho em Morro de Sao Paulo

Mergulhar: Em todas as praias de Morro de São Paulo você pode mergulhar com apenas com máscara e snorkel. Em algumas é melhor quando a maré está baixa, próximo dos arrecifes. As piscinas naturais do início da Quarta Praia são um ótimo ponto para iniciantes.


Recife de coral em Morro de Sao Paulo

Conhecer a história de Morro de São Paulo: Além da Igreja e do Forte, Morro de São Paulo também mostra sua importância histórica pela Fonte Grande - foi o mais avançado sistema de tratamento de água do Brasil colonial, o Farol – guia os navegadores desde 1855 e o Casarão, construído em 1608 e abrigou ninguém menos que D. Pedro II. 


Por do sol em Morro de São Paulo

Pôr do sol no Forte: Além da prainha e da importância histórica, o Forte de Morrro de São Paulo é o cenário perfeito para curtir o final do dia - o pôr do sol e se você tiver sorte os golfinhos!


Fonte: Morro de São Paulo 

05- Chapada Diamantina/ Bahia 

A Chapada Diamantina reúne variados atrativos naturais e culturais, no coração do Estado da Bahia. Roteiro certo para quem busca paz e tranquilidade ou para quem está atrás de história e aventura.

A vasta Mata Atlântica, campos floridos e planícies de um verde sem fim dividem a paisagem com toques de caatinga e cerrado. Imensos paredões, desfiladeiros, cânions, grutas, cavernas, rios e cachoeiras completam o cenário de rara beleza da Chapada Diamantina. Inicialmente habitada pelos índios Maracás, a ocupação de fato da região remonta aos anos áureos da exploração de jazidas e minérios, a partir de 1710, quando foi encontrado ouro próximo ao Rio de Contas Pequeno, marcando o início da chegada dos bandeirantes e exploradores. Em 1844, a colonização é impulsionada pela descoberta de diamantes valiosos nos arredores do Rio Mucugê, e os comerciantes, colonos, jesuítas e estrangeiros se espalham pelas vilas, controladas e reguladas pela força da riqueza. A atividade agropecuária tomba diante da opulência do garimpo.

Reduto de belezas naturais, a Chapada abarca uma diversidade grande de fauna e flora. São mais de 50 tipos de orquídeas, bromélias e trepadeiras, além de espécies animais raras, como o tamanduá-bandeira, tatu-canastra, porco-espinho, gatos selvagens, capivaras e inúmeros tipos de pássaros e cobras. O Parque Nacional da Chapada Diamantina, criado na década de 80 do séc. XX, atua como órgão protetor de toda essa exuberância.

Fonte: Bahia.com.br 




06- Ilha bela/ São Paulo 

Distribuídas por 130 km de costa, as 42 praias de Ilhabela atraem mais de 400 mil pessoas no verão. Com 83% de área preservada por um parque estadual e muitas cachoeiras, o destino também é perfeito para caminhadas e banhos em meio à Mata Atlântica. Marcado por histórias e lendas de piratas, o mar que cerca o arquipélago é pontilhado por naufrágios, boa parte disponível para mergulhos. E o canal formado entre a ilha e o continente tem os ótimos ventos que originaram o apelido de "Capital Nacional da Vela” para a cidade. No mês de julho, velejadores de todo o mundo colorem a região na tradicional competição da modalidade, a Semana Internacional de Vela. Mas Ilhabela não é só aventura. A badalaçãoestá nos clubes de praia, repletos ao entardecer, nas praias do Curral e Saco da Capela e nos bares da Vila, à noite. Vale lembrar, apenas, que os preços na ilha são tão salgados quanto o mar que faz sua fama.

UM DIA PERFEITO

Faça o passeio Terra e Mar, que dura o dia todo e te leva para conhecer uma das praias mais bonitas da ilha, a de Castelhanos, com uma parada para mergulho na Praia da Fome. Aproveite a chegada no Perequê para provar as caipirinhas e os sucos naturais do Fina Fruta no Espaço Ardenthia. À noite, aposte nas criativas receitas de inspiração tailandesa do estrelado Marakuthai, com mesas na areia da praia ao lado do Yacht Club. Para fechar o dia, curta o vaivém de turistas no Bar SP, que monta mesas na calçada e serve três variedades da cerveja Baden Baden.

O GUIA RECOMENDA

Três dias - Faça um passeio de flexboat para conhecer a Praia Do Bonete, que divide com Castelhanos o título de mais bonita da ilha. O jantar pode ser no italiano Portinho. Do outro lado da rua, a poucos metros, está o Me Gusta Ceviche e Pisco, onde a juventude descolada toma drinques à base de pisco, em ambiente rústico com clima de paquera. No dia seguinte, faça o Trekking até o Pico do Baepi. A subida é longa e exige certo preparo físico, mas lá do alto a vista alcança o Canal de São Sebastião e as praias de Caraguatatuba e Ubatuba. Termine o dia com o hambúrguer de picanha do Borrachudo. Faça o Mergulho Livre na Praia das Pedras Miúdas e na Ilha das Cabras, onde você nada em meio aos peixinhos.

COMO CHEGAR

A partir de São Paulo, siga pelo corredor formado pelas rodovias Ayrton Senna (SP-070) e Carvalho Pinto até o acesso para a Rodovia dos Tamoios (SP-099), que cruza a Serra do Mar e termina em Caraguatatuba. Vire à direita para São Sebastião e siga até o Centro, onde placas indicam a balsa (que funciona de segunda a sexta-feira, R$ 15 e sábado e domingo, R$ 22,50 – pagamento só na ida). Para evitar filas na alta temporada e nos feriados, é possível agendar a travessia no site, mas o preço sobe (de segunda a sexta, por R$ 51,70 ida, R$ 36,70 volta; sábado e domingo, por R$ 77,60 ida, R$ 55 volta). É preciso pagar uma taxa de preservação ambiental de R$ 6,50 por carro (pagamento no embarque da balsa na volta). Ônibus da Viação Pássaro Marron partem do Terminal Rodoviário do Tietê até o Centro de São Sebastião (mais informações pelo telefone (11) 3775-3861, R$ 54,30, oito saídas diárias entre 6h e 21h30). São três horas e meia de viagem pela Tamoios, e mais 20 minutos de caminhada até a balsa (gratuita para pedestres).

COMO CIRCULAR

Uma única via (que ganha nomes diferentes a cada trecho) com 29 km de pista simples contorna o lado da ilha virado para o Canal de São Sebastião, de ponta a ponta. Nessa face fica toda a estrutura de hotéis e restaurantes. A balsa aporta em Barra Velha. Ao sul (pegue a primeira saída à direita na rotatória) estão as badaladas praias do Curral e da Feiticeira, bem como as movimentadas Grande e do Julião. Siga na direção norte para chegar ao Perequê, praia com boa estrutura de comércio e serviços, e à charmosa Vila (o centrinho de Ilhabela). As melhores praias ficam em mar aberto, no lado mais isolado e selvagem da ilha, com acessos difíceis. Para chegar ao Bonete é preciso encarar uma trilha de cinco horas a partir da Ponta de Sepituba, ou pegar os barcos que partem da Praia Perequê (em frente ao restaurante Max Paladar, uma hora de viagem), ou ainda contratar os serviços das agências de turismo. Uma via de terra precária, acessível para veículos 4x4, cruza a ilha até Castelhanos – as agências vendem passeios de jipe. Para o verão de 2015, a prefeitura estabeleceu um limite de veículos nessa estrada – agende o passeio com antecedência nas agências e chegue cedo se for em veículo próprio.

ONDE FICAR

A maioria das hospedagens está a poucos passos – ou a poucos minutos de caminhada – da praia. Ao sul, elas têm maior contato com a natureza; ao norte, mais proximidade com o comércio e serviços. Em 2014, a ilha ganhou duas confortáveis e elegantes novidades: o pé na areia TW Guaimbê Exclusive Suítes, no Julião, e o Kalango Boutique Hotel, colado em um bosque no bairro Cocaia.

ONDE COMER

A cena gastronômica se concentra no trecho mais movimentado da ilha, que fica entre as praias do Perequê e Santa Tereza. Nesta, você encontra o contemporâneo Marakuthai, da chef Renata Vanzetto, único estrelado de Ilhabela. No extremo sul, os restaurantes All Mirante e Nova Iorqui descortinam as vistas panorâmicas mais deslumbrantes da região. A lista do GUIA BRASIL 2015 traz duas novidades: as massas e pizzas do Casa Vielas, localizado no bairro Bexiga, e as refeições econômicas do Pimenta de Cheiro, no Perequê.

SABORES

O casal de paulistanos Flavio e Renata Viellas gostava de cozinhar para os amigos. Em 2013, eles decidiram sair da capital e abrir o restaurante italiano Casa Vielas. Flavio prepara as massas e pizzas, e Renata atende os clientes como se fossem seus convidados.

É TUDO VERDADE

A “Capital Nacional da Vela” dá oportunidade para iniciantes: a escola BL3 oferece aulas aos novatos. Depois de adquirir um pouco de traquejo, dá para se juntar a uma tripulação e até participar de uma regata da Semana Internacional de Vela.

LENDA URBANA

Nos passeios de escuna pela costa da ilha, não leve tão a sério se os guias apontarem muitas casas de celebridades no caminho. A prática é recorrente, principalmente para saciar a fom de glamour dos turistas. Preste atenção nos relatos sobre a história da ilha.

QUANDO IR

A ilha lota em janeiro e nos feriados prolongados do verão, quando o trânsito piora e há longas filas para a balsa. A Semana Internacional de Vela movimenta os arredores da Vila em julho. No resto do ano, as tarifas costumam cair pela metade.

Fonte: Guia 4 rodas 



07- Cânions do Xingo 

Um dos passeios mais bonitos do Sergipe é o de escuna ou catamarã pelo rio São Francisco. O ponto de partida é a cidade de Canindé, a 200 quilômetros de Aracaju. Depois de meia hora de navegação, chega-se ao imponente cânion do Xingó, com direito a mergulho nas águas verdes e cristalinas do Velho Chico. Barquinhos levam ao miolo dos cânions, onde as embarcações de maior porte não conseguem entrar!

Da capital a Canindé são cerca de três horas de viagem. A melhor opção é pernoitar na cidade e, no dia seguinte, conhecer o município de Piranhas, onde Lampião e sua turma de cangaceiros costumavam montar acampamento. 



08-Bonito 

Bonito, a 300 km de Campo Grande (e com vôos via Campinas, pela Azul, desde 2013), é o destino mais organizado do Brasil. Na maioria dos casos, não é possível comprar o ingresso na porta do atrativo. Os passeios precisam ser reservados (com hora marcada) por intermédio de agências locais; quando você faz uma reserva de hospedagem, seu hotel ou pousada já encaminha você a uma agência. Como há limitação de número de visitantes, as vagas para os mais concorridos esgotam logo.

Mas calma -- tem passeio pra todo mundo. Muitos passeios são redundantes. Dá para dividir o cardápio em quatro ou cinco gêneros.

Para ter uma experiência completa do destino, escolha um de cada gênero, faça uma segunda flutuação (afinal, o diferencial de Bonito são os rios cristalinos) e, se ainda sobrar tempo, relaxe nos balneários (ou faça mais passeios no seu gênero preferido).

Os valores dos passeios são tabelados (custam o mesmo em todas as agências) e não incluem transporte até o atrativo; as agências oferecem transporte compartilhado entre R$ 30 e R$ 45 por pessoa. Eu estava de carro alugado (um 1.0 comum) e não tive problemas com as estradas de terra. Para valores sempre atualizados, clique nesta página da Associação dos Atrativos de Bonito.

1 | Grutas

Gruta do Lago Azul

Gruta do Lago Azul

Aqui não há muita escolha a fazer. A imperdível Gruta do Lago Azul (R$ 45 a R$ 60) normalmente é visitada em conjunto com as Grutas de São Miguel (R$ 45) -- que não têm água azulzinha, mas possuem estalagmites e estalactites impressionantes. É um passeio de meio dia, feito de manhã, quando é melhor a incidência de sol na Gruta do Lago Azul. Com chuva, a visitação é interrompida.

2 | Flutuações

Rio da PrataRio da Prata

Rio da Prata

Este é o gênero de passeio que pôs Bonito no mapa. Você veste uma roupa de neoprene, encaixa o snorkel e fica boiando na superfície de rios de águas transparentes, observando piraputangas, pacus e dourados.

A nascente repleta de vegetação do Aquário Natural (R$ 170 a R$ 190) é a melhor introdução ao esporte oficial de Bonito (e inclui uma tirolesa de saideira).

Programe um repique no concorridíssimo Rio da Prata (R$ 184 a R$ 218), a 50 km, em Jardim.

Se não houver mais vaga, faça o Rio Sucuri (R$ 156 a R$ 182), a Barra do Rio Sucuri (R$ 99 a R$ 120), a Nascente Azul (R$ 172 a R$ 204) ou o Rio Formoso (R$ 85 a R$ 90).

Tanto o Rio Sucuri quanto a Barra do Rio Sucuri aceitam crianças, porque dispõem de botes que acompanham todo o percurso (e onde a criança pode ir, acompanhada do pai ou da mãe, que podem ficar se revezando na água).

O passeio ao Rio da Prata é combinável com a visita ao Buraco das Araras, que fica pertinho. O melhor horário para ver as araras é o entardecer (mas eu não recomendo voltar dirigindo no escuro).

3 | Cachoeiras

Buraco do MacacoEstância Mimosa

Buraco do Macaco | Estância Mimosa

O circuito Boca da Onça leva à cachoeira mais alta do Estado (a Boca da Onça) -- e também à mais gostosa de Bonito, o Buraco do Macaco (R$ 195 a R$ 217 adulto, com almoço; R$175 a R$ 194 criança).

Estância Mimosa (R$ 129 a R$ 145 adulto com almoço, R$ 113 a R$ 127 criança) e o Parque das Cachoeiras (R$ 124 a R$ 140 adulto com almoço, R$ 100 a R$ 110 criança) compartilham cachoeiras entre si.

Cachoeira do Rio do Peixe (R$ 178 a R$ 195 ) é a mais próxima do centro. As da fazenda Ceita-Corê (R$ 145 a R$ 1165 adulto com almoço, R$ 94 a R$ 103 criança) incluem cavalgada.

4 | Mergulho de cilindro

Abismo Anhumas combina mergulho com rapel numa caverna inundada (R$ 891) e é tido como a atração ultra-mega-blaster do local. É preciso ter certificado de mergulho (dá também para fazer a flutuação com snorkel (R$ 633), mas... né?

O outro grande point de mergulho é a Lagoa Misteriosa, em Jardim, que também tem grande profundidade e só fica aberta nos meses do meio do ano (R$ 310).

Também dá para mergulhar em vários pontos do rio Formoso, como o Hotel Cabanas.

5 | Bóia-cross, arvorismo, bote, balnéarios

Bóia Cross do Hotel Cabanas


Bóia-Cross do Hotel Cabanas

Dá para brincar de Brotas em Bonito, com o bóia-cross (R$ 60) ou o arvorismo (R$ 85 a R$ 100) do Hotel Cabanas, e o passeio de bote do Rio Formoso (R$ 99).

Para levar as crianças para ver peixinhos sem precisar fazer flutuação, o programa são as prainhas dos balneários Municipal (R$ 25 a R$ 30), da Figueira (R$ 40) e do Sol (R$ 40).

Quantos dias em Bonito?

Com quatro dias inteiros (sem contar chegada e saída) dá para ter um gosto completo do destino. Com mais do que isso, dá para repetir gêneros (ou considerar um bate-volta à Fazenda São Francisco, que já fica em área do Pantanal).

Se você vai passar um feriadão, escolha uma flutuação e um passeio de cachoeiras. No dia da saída, dá ainda para fazer as grutas de manhã.

09- Inhotim  

"O melhor passeio que você ainda não fez": foi assim que eu defini Inhotim na minha primeira visita, há alguns anos. De lá pra cá, porém, Inhotim deixou de ser um mero passeio, para se tornar um destino em si.

Com o crescimento do parque e a impossibilidade de ver tudo numa visita só, viajar a Inhotim agora envolve a tomada de mais decisões. Quantos dias visitar? Onde ficar -- em Belo Horizonte ou nos arredores do instituto? Qual é o melhor roteiro para dar conta das galerias mais importantes? Aposto que, da última vez que você precisou planejar tanto a visita a um parque, você estava na Flórida grin

Vai por mim: a melhor estratégia é ir com muito tempo (dois dias, se você for um leigo em arte como eu) e pouco roteiro. Quanto menor for o seu conhecimento prévio das obras e galerias, maior será a sua surpresa e o seu encantamento. (Há boas descrições do background de cada obra e artista, além de monitores a postos para dar todas as explicações que você possa querer.) E quando você não está focado apenas em ir atrás do artista X ou da galeria Y, você percebe melhor o que há no caminho -- um jardim botânico que já valeria a visita mesmo sem toda essa arte.

Ainda estou para encontrar alguém que se diga decepcionado com Inhotim. Todo mundo vai com expectativas altíssimas e volta deslumbrado. Inhotim se comunica tanto com o connaisseur de arte contemporânea quanto com o mais por-fora dos leigos (presente!). Você sai do parque com apenas uma dúvida: eu estava mesmo no Brasil?

Fonte:Viaje na viajem 




10- Brasília 

Desligue-se do noticiário. Releve qualquer birra que você possa ter com políticos ou instituições. Não verás cidade nenhuma como esta.

Brasília chega aos 50 (e poucos) anos como a cidade histórica mais bem preservada do Brasil. Sim, histórica: o Plano Piloto está congelado em 1960. Mesmo com retrofits feiosos em alguns blocos, o caráter le-corbusiano do projeto de Lúcio Costa não foi desfigurado.

O Eixo Monumental funciona como o melhor portfólio de Oscar Niemeyer, de quando o arquiteto ainda acreditava na convivência pacífica entre curvas e ângulos retos. (Os clássicos ficam ainda mais belos perante as obras recentes, pouco inspiradas, como a Biblioteca Nacional e a Torre de TV Digital.)

Um fim de semana: é tudo o que você precisa para se orgulhar da sua capital.

Quando ir

Chove muito pouco entre maio e setembro (quase nada de junho a agosto). É a melhor época para constatar ao vivo o verso de Fernando Brant: “Nada existe como azul sem manchas do céu do Planalto Central”.

A cidade é mais verde e bonita em maio e junho. Os dias ensolarados, porém, também a baixíssima umidade. Quanto mais tarde na estação seca, mais seco estará o ar.

No início de setembro, no auge da secura, acontece o espetáculo (fugaz) dos ipês amarelos floridos. Mas logo em seguida a cidade começa a sofrer os efeitos das queimadas do cerrado. Evite.

O único feriado em que a cidade lota é o 7 de Setembro, com os convidados oficiais. Nos outros, a capital federal sempre é uma bela alternativa, com a vantagem de voar no contrafluxo.

Como chegar

A capital federal é ligada por vôos diretos a quase todas as capitais estaduais. (Só Boa Vista e Macapá que não.)

Fonte: viaje na viaje 



11- Foz do Iguaçu 

Por onde você tem andado esse tempo todo, que ainda não foi ver as cataratas mais bonitas do planeta? Não, não se trata de ufanismo da minha parte: para ter a experiência completa, você vai ter que atravessar a fronteira e se deslumbrar com o lado argentino também.

É incrível que tantos brasileiros desdenhem Iguaçu – ou que precisem de outras desculpas (muambagem no Paraguai, cassino na Argentina, Itaipu) para marcar sua viagem.

Não é só a beleza da paisagem que vai surpreender você: Foz está muitíssimo bem estruturada para receber seus visitantes. Do lado brasileiro, o parque é um exemplo de organização — e acabou se tornando uma espécie de pólo de ecoturismo light (não é preciso ser jovem nem estar em forma para aproveitar). O parque argentino é mais roots e requer mais atividade física, mas entrega mais água e mais selva para quem se aventurar.

Quando ir

A primavera e o verão são chuvosos – a vazão de água das cataratas aumenta. O outono e o inverno são mais secos – conseqüentemente, vê-se menos água jorrando.

Já fui a Iguaçu no estio e na época de chuvas, e adorei as duas vezes. Na seca, algumas quedas tinham desaparecido, mas a queda principal me pareceu mais bonita. Na época de vazão caudalosa, me encantei com o volume e a força das águas, mas a Garganta do Diabo estava permanentemente coberta por uma nuvem de spray.

Conclusão: não há melhor época para ir. Meu conselho – vá mais de uma vez, em épocas diferentes, para ver as cataratas do Iguaçu em todas as versões oferecidas no menu.

Como chegar

Há vôos diretos de São Paulo (Guarulhos e Congonhas), Rio (Galeão), Curitiba e Porto Alegre. Vindo de outras cidades você faz conexão em Guarulhos ou Curitiba.

A TAM também voa a Ciudad del Este, no Paraguai, desde São Paulo e Assunção. De Puerto Iguazú, na Argentina, a Aerolíneas voa a Buenos Aires.

De ônibus são 9h desde Curitiba e 18h desde São Paulo. De Buenos Aires a Puerto Iguazu o ônibus leva 18h. Querendo ir de carro, são 1.065 km desde São Paulo, e 660 km desde Curitiba.

Fonte: Celso Freire ( o melhor blog de viagem que conheço) 



Espero que tenham gostado dos meus  lugares preferidos do nosso amado Brasil! 

Anne Fortes